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GIBI SPIRIT BY WILL EISNER do N. 1 ao N.4 ***FRETE GRÁTIS***

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De:
R$ 130,00
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R$ 100,00 (Desconto de R$ 30,00)
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480 Gramas
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Descrição do Produto

PRODUTO USADO EM BOM ESTADO.


Spirit # 1
Abr1985

Spirit # 2
Outono 1986

Spirit # 3
Primavera 1987

Spirit # 4
Verão 1989

Spirit # 5
Outono 1991

No final de 1939, Everett Arnold, dono da editora Quality e que trabalhava também com alguns distribuidores de quadrinhos para a imprensa, procurou seus parceiros de “syndicates” para oferecer uma idéia: um novo suplemento dominical para jornais. Um suplemento diferente dos demais, pois era em formato de revista. Todos gostaram da idéia, e Arnold saiu à procura de um artista que pudesse produzir o material. Arnold sondou Will Eisner, que se apaixonou pelo conceito. Logo, o quadrinhista bolou a série de um detetive que resolvia casos na fictícia cidade de Central City. Mas Arnold fez duas exigências. A primeira era que o personagem usasse algum tipo de traje de super-herói, o que levou Eisner a incluir a discreta máscara na indumentária de terno e gravata que criara. A segunda era que o herói tivesse algum elemento sobrenatural e usasse um nome como “Ghost”. Eisner não gostou, e Arnold sugeriu “The Spirit”. Eisner acatou as sugestões e começou a produzir sua série de histórias. Na hora de assinar o contrato, Eisner solicitou uma cláusula que lhe daria propriedade total sobre Spirit. Era algo inédito, mas Arnold aceitou. Dessa forma, Eisner tornou-se o dono de sua criação.

Na trama publicada, Colt fora ferido e dado como morto quando enfrentava o criminoso Dr. Cobra. Colt se recuperou dos ferimentos, mas decidiu continuar “morto” para enganar os bandidos: usando uma máscara para não ser reconhecido e tendo como quartel-general o cemitério local, Wildwood, ele passou a combater os bandidos. 

Como bem escreveu Luiz Antônio Sampaio, “Spirit” é um personagem que vem demonstrando incrível vitalidade por todos estes anos, desde a sua estréia em 02/06/40 (e não no dia 30, como dizem algumas fontes). Ele viveu em suplementos distribuídos pelo Register and Tribune Syndicate, onde dividia as suas 16 páginas com mais duas historietas: “Lady Luck” e “Mr. Mystic”. Até 05/10/52, data do cancelamento desse suplemento, houve um total de 645 histórias de “Spirit” (sempre com sete ou oito páginas cada). A sua popularidade era grande e ele acabou indo parar também nas tiras diárias, publicadas de 13/10/41 até 11/03/44. De 1942 a 1950, a Quality republicou as histórias de “Spirit”, originalmente apresentadas nos suplementos, em das revistas: “Police Comics” e “The Spirit”. Na década de 50, a popularidade do personagem decaiu incrivelmente e a tentativa da Fiction House, outra editora americana, de retomar a revista “The Spirit”, nos moldes da Quality, novamente com reprises, não agüentou mais do que cinco números (1952/54). E “Spirit” permaneceu praticamente esquecido por mais de uma década, até que, em 1966, foram lançados dois volumes republicando as primeiras 186 tiras diárias do herói. No mesmo ano, a editora Harvey tentou relançar a revista “The Spirit”, com velhas HQs do personagem e mais algumas novas desenhadas por Eisner especialmente para a publicação. A tentativa durou apenas dois números, mas abriu caminho para o renascimento do “Spirit”. Daí para frente, pouco a pouco, o incrível herói mascarado foi voltando, matando a saudade dos velhos leitores e maravilhando os novos. Mas a volta completa do personagem deu-se no começo de 1974, quando a Warren lançou o magazine “The Spirit”, orientado pelo próprio Eisner.

Recentemente, foi lançado um filme do “Spirit”, com Gabriel Macht. E esta não é a primeira adaptação do herói para as fitas. Em 1987 teve um telefilme com Sam J. Jones (o Flash Gordon do cinema). No Brasil, o herói estreou em 1942, no “Gibi Mensal” (revista que emplacou o formato “comic book” entre nós). Uma curiosidade: você sabia que Jack Kirby desenhou o Spirit? Isso aconteceu quando Eisner estava no Exército e foi substituído por outros artistas, entre eles o famoso artista da Marvel. Pelo menos um episódio de Kirby saiu no Brasil: “A princesa oriental”, publicado no “Globo Juvenil” de 19/10/44).


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